AÇÃO
Sistema
mecânico capaz de carregar, comprimir, manter comprimido o ar
e disparar o projétil.
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AIRGUN
Tiro com ar comprimido. |
ALMA
Superfície interior do cano, que pode ser raiada ou lisa. |
AMPLIAÇÃO
Potência de ampliação ocular da mira.É indicada
pelo símbolo "x", pelo que, uma mira indicada como
sendo de 12x, apresenta, na ocular, uma imagem aparentemente 12 vezes
mais próxima do que está na realidade. |
BLUEING
Acabamento
negro normalmente dado às partes metálicas da arma. Resulta
de um processo de oxidação controlado do metal e é
relativamente mais resistente à corrosão que o metal nu. |
BOCA
(ou MUZZLE)
Zona
frontal do cano por onde o projétil sai. |
BALÍSTICA
Ciência
das armas e dos seus projéteis. |
BALÍSTICA
INTERNA
Estudo
do que acontece ao projétil dentro do cano. |
BALÍSTICA
INTERMEDIÁRIA
Estudo
do que ocorre à boca do cano quando do disparo de uma arma, até
que o projétil deixe de ser influenciado pelos gases propulsantes. |
BALÍSTICA
EXTERNA
Estudo
do percurso do projétil após sair do cano e finda a atuação,
sobre si, dos gases propulsantes. |
BALÍSTICA
DE EFEITOS
Estudo
dos efeitos provocados pelos projéteis no alvo. |
CALIBRE
É
o diâmetro interior do cano de qualquer arma. No caso das carabinas,
devido ao cano raiado, é o diâmetro original desse mesmo
cano antes de lhe serem abertas as estrias - medido à boca entre
salientes.
Calibres pequenos: de 5,6
mm (.22) a 6,5 mm
Calibres médios: de 6,8 mm (.27)
a 8,9 mm (.35)
Calibres grandes: de 9 mm (.358) a 17,7
mm (.70) |
CAMPO
DE VISÃO
Largura
(em comprimento ou ângulo) abrangida pela imagem da mira a 100
metros. |
CARABINA
DE AR COMPRIMIDO
Carabina
que recorre a uma porção de ar, ou dióxido de carbono,
comprimido a alta pressão para impelir o chumbo através
do cano. Neste tipo de armas não há qualquer tipo de processo
de combustão envolvido. |
CARABINA
DE PRESSÃO
Carabina alimentadas por projétil, que é impulsionado
pela pressão gerada por uma mola. |
CHOCKE
DO CANO
Estrangulamento
do comprimento final do cano. Tem como função fazer com
que as estrias agarrem com firmeza o chumbo antes de este sair do cano.
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CHUMBO
Projétil
usado nas carabinas de ar comprimido, e que são na sua maioria
constituídas por este metal. |
CILINDRO
Fonte
de ar comprimido numa carabina de ar pré comprimido. |
CLICK
Um
ajuste lateral ou de elevação nas torretas de uma mira.
Ao usar este ajuste, o retículo da mira move-se uma certa distância
na horizontal ou na vertical, de modo a fazer coincidir o seu retículo
no ponto de impato do projétil a uma determinada distância.
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COEFICIENTE
BALÍSTICO
Fator
matemático que revela a tendência que o projétil
tem para conservar a energia ao longo da trajetória. Quanto mais
elevado for o valor do coeficiente balístico melhor o projétil
retém a sua velocidade e energia ao longo do vôo. |
COROA
DO CANO
Fim
do cano, zona onde o chumbo é libertado das estrias.
OBS: é importante
que a coroa seja perfeitamente maquinada, e que seja perpendicular ao
cano de modo que o chumbo se liberte de todas as estrias ao mesmo tempo.
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CRONÓGRAFO
BALÍSTICO
Instrumento usado para medir a velocidade de projéteis.
OBS: O aparelho é
normalmente fotossensível e mede a velocidade inicial e energia
de um projétil, providos de duas barreiras óticas ou as
vezes de três cortinas de sensores óticos infravermelhos.
O
equipamento possui dois ou mais sensores que captam a alteração
da luz causada pela passagem de um projétil em um determinado
instante. Medido o tempo que o projétil leva para passar pelos
sensores, e tendo sua distância fixa, é calculada a velocidade
do mesmo.
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CULATRA
Bloco
onde o chumbo é inserido, usualmente, diretamente dentro do cano.
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DEATH
GRIP
Técnica
usada no tiro, consiste em agarrar a carabina com firmeza de modo a
tentar eliminar ou reduzir qualquer movimento desta durante o ciclo
de tiro. |
DIESELING
Termo
usado para descrever a ignição de algo combustível
(normalmente lubrificante) devido ao aumento súbito da temperatura
dentro da câmara de compressão durante o ciclo de tiro
de uma "carabina de pistão mola". |
DERIVA
DO ZERO (ZERO SHIFT)
Mudança
do ponto de impato em relação ao zero anteriormente estabelecido
para essa mesma distância.
OBS: A causa deste fenômeno
pode dever-se ao recuo de uma springer, que pode afetar o correto alinhamento
entre a carabina e a mira. Também pancadas fortes na carabina
e mira, ou o uso de equipamento impróprio ou de qualidade inferior
podem causar a deriva do zero. |
DESCONTO
HORIZONTAL (WINDAGE)
Mudança
de posição horizontal do centro do retículo de
modo a compensar a mudança de ponto de impato que ocorre em função
do vento. |
DESCONTO
VERTICAL (HOLDHOVER)
Mudança
de posição vertical do centro do retículo de modo
a compensar a mudança de ponto de impato que ocorre em função
da distância do atirador ao alvo. |
EYE
RELIEF
Distância
a que o olho tem de ser posicionado atrás da ocular para observar
o campo de visão por inteiro. |
ESTRIAS
Conjunto
de segmentos helicoidais que compõem o relevo da alma de um cano
estriado. |
FOOT-POUND
(FT.LBS)
Unidade
imperial de energia, correspondente ao produto da massa (em grain) pelo
quadrado da velocidade (em pés por segundo) a dividir por 450240.
OBS: Esta unidade é
usada no tiro com ar comprimido normalmente para descrever a energia
cinética que um chumbo possui à boca do cano. |
FREE
RECOIL
Técnica
usada no tiro, consiste em agarrar a carabina com o máximo de
rapidez possível de modo a permitir o livre recuo desta durante
o ciclo de tiro. Nas carabinas de ar comprimido normalmente o free recoil
revela melhores resultados. |
GARRAFA
Termo
usado para descrever a fonte de ar comprimido usado para recarregar
o "cilindro" presente numa carabina de ar pré comprimido.
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KILLZONE
Orifício
circular num alvo de Field Target que age como gatilho para o mecanismo
de rebatimento. O objetivo é, precisamente, fazer o projétil
passar nele. |
MIRA
DE DIÓPTERO
Mira
composta por um elemento frontal, ponto de mira, e um elemento traseiro
constituído por um orifício. Espreitando através
do elemento traseiro e posicionando a imagem do elemento dianteiro no
alvo aponta-se a carabina ao alvo. |
MIRA
TANGENCIAL
Mira
composta por um elemento frontal, ponto de mira, e um elemento traseiro
constituído por uma ranhura aberta. Mantendo estes dois elementos
alinhados podemos apontar a carabina ao alvo. |
MONTAGENS
Peças
usadas para fixar a mira à carabina. |
MULTICOATING
Camada
de material ótico que tem como função permitir
uma melhor transmissão da luz na zona de contato entre a lente
e o ar. Com efeito, um multicoating de qualidade, reduz reflexos, flaring
e a maior parte das aberrações cromáticas, especialmente
em grandes ampliações. |
OBJETIVA
AJUSTÁVEL
Ajuste
numa mira, localizado na parte frontal da mira junto à objetiva,
que permite focar perfeitamente o alvo a uma determinada distância.
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PARALAXE
Fenômeno
que ocorre quando a imagem do alvo não está precisamente
focada no plano focal do retículo. Este fenômeno revela-se
como sendo um movimento aparente entre o retículo e o alvo quando
existe movimento do atirador em relação à mira.
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PCP
(PRE-CHARGED PNEUMATIC)
Termo
usado para descrever uma carabina que usa ar pré comprimido para
impulsionar o projétil através do cano. |
PLINKING
Tiro
informal feito contra alvos divertidos. |
PONTO
DE IMPACTO (POI)
Local
que o projétil atinge quando é disparado. |
RANGEFINDING
Termo
usado para descrever o ato de medir a distância ao alvo. O rangefinding
pode ser feito "a olho", recorrendo ao ajuste de paralaxe
de uma mira, ou através de telêmetros óticos ou
laser, sendo estes últimos proibidos em competições.
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RETÍCULO
Elemento
de uma mira telescópica usado como ponto de mira. Há vários
tipos de retículo, habitualmente estes assemelham-se a uma cruz
formada por uma linha vertical e uma linha horizontal, o ponto de interseção
é o ponto de mira. |
SEAR
Designação
inglesa para as alavancas presentes nos vários mecanismos de
gatilhos. |
SELA
Zona
da mira onde estão montados os ajustes do retículo. |
SPRINGER
Termo
usado para descrever uma carabina que usa um pistão impulsionado
por uma mola, com o objetivo de comprimir o ar usado para impulsionar
o projétil através do cano. |
SHIMMING
Termo
usado para descrever o ato de inclinar uma ótica para interceptar
a trajetória do projétil. |
TRAJETÓRIA
Após
sair do cano o projétil mostra um percurso em arco, no plano
vertical. Se este arco é mais pronunciado ou não, depende
da velocidade de saída do projétil e o seu coeficiente
balístico. |